quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Últimos Dias no Deserto


Conseguir retirar a gordura da alma... Silenciar-se ao ponto de ouvir o que é para poucos... Muitos fizeram e buscaram isso. Yeshua (Jesus) fez o mesmo. Seus 40 dias e 40 noites no deserto são preenchidos nas Escrituras com apenas alguns diálogos entre ele e Lúcifer. Mas sabemos que não foi só isso... Houve silêncio, sede, pedras, pó, vento, sol, frio, calor, fome e sonhos. É fato que houve muito mais do que aquele diálogo entre Yeshua e Lúcifer. Exercitar a mente e tentar imaginar o que mais aconteceu naqueles 40 dias é ficção. Mas não há pecado na ficção, desde que não seja bem feita simplesmente para atender determinada doutrina, dogma ou grupo. A ficção feita com reverência, respeito, cuidado e humildade não é anátema, pelo contrário, nos aproxima do inefável. Assim foi para mim assistir ao filme Os Últimos Dias no Deserto (EUA - 2016 - Direção Rodrigo Garcia).


Ewan McGregor faz o jovem Yeshua (Jesus) que busca no deserto um lugar para ouvir o Pai e a si mesmo. Busca achegar-se ao Pai. Mas fica claro ao espectador que ele sabe que está aqui na Terra jogando pelas regras dos homens, e por isso sente cansaço, dor e toda e qualquer sensação humana. Sente até mesmo a vontade de ouvir claramente a voz de Deus e receber de volta o assovio do vento. Os primeiros longos minutos do início do filme já seriam uma grande obra, pois o diretor não tem medo de mostrar o silêncio, a solidão e a feroz batalha entre o deserto e o homem. Esse primeiro trecho seria suficiente para nos fazer entender porque é preciso ir para o deserto (seja qual for o lugar que cada um de nós chama ou conhece como "deserto").


Rodrigo Garcia (o Diretor) acerta ao não acessar o poderio divino de Jesus, pois conduz a história a partir das percepções do jovem Messias. Resolver tudo pelo poder divino talvez até desse mais bilheteria ao filme, mas não alcançaria a beleza de se chegar ao final pelo caminho mais difícil. Um caminho mais difícil, porém mais perene e mais parecido com nosso dia a dia. Yeshua não está interessado em resolver as coisas através de mágicas e truques divinos. Não é assim que funciona. Até porque se decidisse resolver tudo por meio de truques mágicos isso não geraria nas pessoas a transformação esperada e necessária. Ele realmente está jogando dentro das nossas regras, e quer entrar em contato com as motivações e contradições de nossos corações humanos e falhos. O campo de atuação do filme são as relações humanas.


Esperar por um filme grandiloquente e cheio de efeitos não é o caso aqui. A ideia é se voltar para dentro, para o secreto e para o coração pedregoso do homem. Nesse processo o diretor toma a licença de propiciar um encontro entre Yeshua e uma família sem esperança e cheia de contradições que mora no deserto. Yeshua testemunha uma difícil relação entre pai e filho e, ao testemunhar isso, parece entender seu Pai. Para qualquer filho que amou seu pai e teve qualquer problema com ele, o filme é libertador no seu silêncio, nas entrelinhas e nos espaços vazios deixados pelas falas não ditas. A própria cura física fica em segundo plano ao percebermos que a doença maior é a da alma.


A Trilha Sonora de Danny Bensi e Saunder Jurriaans emoldura o deserto e parece dar voz a ele. As conversas entre Lúcifer (que o tempo todo atormenta) e Yeshua são muito interessantes! O espectador verá a superioridade de Jesus não em função de seus efeitos pirotécnicos, mas sim pela sobriedade, sinceridade, honestidade e acima de tudo perseverança. Entre as cenas finais, destaco a que Lúcifer e Yeshua caminham lado a lado em direção à Jerusalém e simplesmente o Demônio desiste de continuar porque a caminhada é pesada, extenuante e demais para ele. Ou seja, ele simplesmente não aguenta. A simbologia da cena, ao revelar a superioridade e perseverança de espírito de Jesus, é fantástica. Pois no silêncio daquele momento revela-se o Gigante que o Messias foi em sua pequenez na Terra.


O filme foi para mim uma grata surpresa. Ele revela o Jesus humano sem torna-lo polêmico como outros filmes no passado pareceram fazer, tais como A Última Tentação de Cristo de Martin Scorsese ou Je vous Salue, Marie de Jean Luc-Godard. 

Muitos temem apresentar o lado humano de Jesus com medo de que isso ofusque seu lado divino, em Últimos Dias no Deserto, é o contrário, é justamente esse lado humano que ressalta a grandeza de sua divindade.

domingo, 11 de setembro de 2016

Star Trek - Sem Fronteiras


Star Trek retorna aos cinemas! Seu retorno é também um retorno às origens da Série, que atuou como um farol utópico de convivência pacífica para a segregada sociedade Americana da época dos Anos 60. Hoje poderíamos extrapolar essa segregação ao nível Mundial. Daí a importância de filmes e obras que sustentem a possibilidade de ideais que transcendam nossa Adolescência como Espécie. Para os recém chegados ao Mundo de Star Trek, vale lembrar que a Federação de Planetas Unidos (sobre a qual toda mitologia da Série gira e tem na Terra sua sede) surgiu no passado após um Holocausto Nuclear terrestre, e foi criada como tentativa de aprendermos com nossos próprios erros. Nesse sentido este último filme da franquia (Star Trek - Sem Fronteiras) nos sintetiza esse ideal nas palavras do Capitão James T. Kirk em um das cenas finais: "Prefiro morrer para preservar vidas do que morrer tirando-as". Esta afirmação não exclui batalhas, guerras ou confrontos, mas as localiza dentro de um contexto maior do que a simples existência da violência por violência. Uma brutalidade totalmente a serviço de pequenos grupos. Infelizmente para aprender isso a humanidade (no Mundo de Star Trek) precisou ser, no passado, quase que exterminada para conseguir "zerar" o jogo.


Justin Lin, o Diretor, acerta ao trazer o tipo de vilão que mostra no filme. Parte do sucesso de determinadas obras está no fato de seus autores conseguirem condensar em certa medida, os "medos" atuais que regem uma sociedade. No passado experimentamos diversos "Medos": o sobrenatural (na Idade Média); o Estranho (ou Diferente); A Guerra Fria e seu potencial atômico... Hoje nos deparamos com um "Medo" novo, o medo do nosso próprio semelhante, que pode ser um terrorista, um sociopata que atira em escola e cinemas, ou mesmo um motorista de trânsito enfezado. Justin Lin traz um vilão que sintetiza esse medo. Quem assistir ao filme verá sobre o que falo, uma vez que Krall (o vilão) tem origens incrivelmente próximas à Federação.


Outro aspecto escondido nas entrelinhas do filme é: "Que Guerra realmente merece ser travada!?". Talvez muitos hoje responderiam que a Guerra que merece ser travada é a "minha" Guerra, a Guerra pessoal de cada um, a Guerra para se proteger. Uma resposta que coloca a humanidade em rota perfeita para que o mais "forte" ascenda ao poder. Viveríamos o "poder" do mais forte. Nesse sentido o filme propõe uma discussão sobre esse paradigma moderno, tendo a Federação como a opção encontrada pela Humanidade para tentar transcender a si própria. O filme não é "filosofia" o tempo todo, pelo contrário, na verdade tais questões estão apenas escondidas. O DNA da Série sempre foi, além daqueles colocados no início de meu texto, voltado para o Desconhecido, para a maravilha do Cosmo e do Universo, a nossa última Fronteira que só pode ser conquistada a partir da resolução de nossas diferenças. Daí a importância do elenco multi-étnico já na Série Original.
 

As interpretações estão muito boas e destaco a papel de Sofia Boutella como Jaylah, uma jovem guerreira sobrevivente da tragédia desencadeada pelo vilão Krall. A atriz traz uma combinação muito interessante entre, 1) selvageria, 2) ingenuidade diante das relações humanas, 3) confusão com as expressões humanas, 4) curiosidade pela música humana "antiga" e 5) sensualidade. Foi uma grata surpresa. A figura de Idris Elba fica um pouco escondida em meio à maquiagem do vilão Krall, mas sua composição de vilão é boa e se mostra uma ameaça realmente poderosa em função de seu ódio pelo que a Federação representa, ou seja, a manutenção da paz.


A respeito desse tema, "Paz", acho que cabe uma pequena reflexão. Para aqueles que vivem em paz, a própria "paz" sempre parecerá pálida, sem muito atrativo. Mas apenas um povo que sofreu e verteu seu suor ou sangue, é que sabe seu valor. Que entende e percebe os tesouros escondidos em meio às pequenas coisas do dia a dia. Pequenas coisas que existem em nossa vida apenas por causa da Paz. A Federação sabe disso em função do terrível destino que a humanidade se auto-impôs no passado. E é por isso que ela luta tão fortemente por esse ideal, o que a coloca em choque direto com os ideais de Krall. Aliás, se você observar bem, essas duas visões se antagonizam hoje na corrida presidencial americana. Ou seja, testemunhamos, portanto esse mesmo duelo diante de nossos olhos em nosso Mundo.


Acho que no final esta é a mensagem fundamental do filme. Recomendo e recebo de bom grado a visão dos produtores a respeito do filme. E para aqueles que querem polarizar todo e qualquer assunto, como por exemplo Star Trek x Star Wars, eu diria que já está na hora de começarmos a ver o que temos em comum, e não aquilo que nos separa!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Miniatura Marvel Série Especial Nº 08 - Mojo

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Quando conheci o personagem Mojo, iniciava-se para mim um processo de afastamento dos quadrinhos nos anos 90. Provavelmente em função de roteiros cada vez mais complexos e cheios de liberdades que minavam a credibilidade e riqueza dos personagens. Era uma época em que imagens e formas predominavam sobre a profundidade e riqueza dramática de cada herói e vilão. Com o devido distanciamento que os quase 30 anos me permitem daquela época consigo analisar esse abjeto e terrível vilão do Universo Marvel: o midiático e extra-dimensional Mojo. Criado por Ann Nocenti em 1985 (aqui no Brasil essas histórias sairiam apenas no início dos anos 90), e com um visual concebido por Arthur Adams capaz de gerar aversão imediata, o vilão serve como metáfora para a capacidade da mídia manipular mentes, corações e vidas em nosso mundo real. Ann Nocenti (estudante de jornalismo à época de sua criação) injetou no personagem toda sua crença na capacidade de certas mídias arrancarem nossa capacidade de nos conhecermos, de interagirmos como seres humanos e de esvaziar nossos corações. Nesse sentido, Nocenti foi uma verdadeira profetisa!

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

A miniatura do vilão é sem dúvida uma das mais incríveis da Coleção de Minaturas Marvel da Eaglemoss. Intrincada em detalhes, podemos afirmar que a empresa não se acovardou diante do desafio de produzir uma miniatura de um personagem tão cheio de detalhes em sua forma. Analisando primeiramente a parte realmente orgânica do vilão (em amarelo), fica claro a característica mais marcante dos da sua espécie, seu flácido, obeso e invertebrado corpo. Vemos uma obesidade que para qualquer percepção humana normal, parece doentia e patológica. Causou-me espanto as "dobras" que podem ser observadas na base da barriga do vilão quando ela se encontra com os pequenos apêndices de contenção em metal presentes na borda da cadeira. Realmente temos a sensação de flacidez de uma barriga em contato com algum anteparo de contenção. Achei esse detalhe incrível.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Não podemos deixar de citar a "papada" presente abaixo do queixo e os grandes e flácidos "seios", o que permite uma analogia andrógina e pervertida ao personagem. O rosto traz o sorriso extenso, maligno e os olhos arregalados e mantidos continuamente abertos por pinças ligadas à base eletrônica da cadeira. Aliás, uma alusão clara (em minha opinião) à  cena em que Alex, o jovem delinquente do filme Laranja Mecânica de Stanley Kubrick, é submetido à uma lavagem cerebral na qual é impossibilitado de fechar os olhos diante do que lhe é apresentado na TV. A estrutura tecnológica a qual Mojo está ligado é outro chamariz da peça. Todos os braços robóticos (pseudópodes) são representados simulando perfeitamente o aspecto de um aracnídeo ciborgue. A parte posterior da cadeira com vários comandos, e o gigantesco apêndice posterior semelhante à uma cauda estão de igual forma soberbos. A presença desta cauda, aliás, nos lembra outro animal temido por todos nós: o escorpião. Todas essas referências à doentias figuras do imaginário coletivo do ser humano estão presentes em Mojo, algo que deve ser creditado totalmente à Arthur Adams (algo reconhecido pela própria Ann Nocenti). Um ser com um visual que congrega concepções estranhas e abjetas à todos nós.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Mas Quem ou O Que é Mojo? Ao melhor estilo de Isaac Asimov em seu livro Os Próprios Deuses, Mojo é um ser que habita um planeta de um Universo Paralelo e muito próximo ao nosso. Neste planeta a evolução escolheu outro caminho e seus habitantes não desenvolveram um esqueleto de sustentação ou mesmo uma coluna vertebral. Assim, permaneceram no chão, locomovendo-se apenas com os braços. Devido a esta limitação física, esses humanoides "Sem-Espinha" permaneceram em um estado de atraso tecnológico e social. A única relação com alguma tecnologia se dava a partir de um ponto de contato entre a nossa dimensão e a deles por meio de uma fina Tela Quântica que permitia que nossas transmissões televisivas inundassem o Planeta dos "Sem-Espinha". Essa exposição contínua ao nosso conteúdo televisivo, sobre uma espécie ainda em desenvolvimento, conduziu à uma perversão de seu desenvolvimento natural, transformando-os em criaturas obcecadas pelo "entretenimento". Um dia, no entanto apareceu um "Sem-Espinha" chamado Arize. Arize acreditava no potencial de sua espécie e desenvolveu um módulo de sustentação com controle de movimento que passou a sustentar e dar mobilidade aos "Sem-Espinha". Isso levou à um rápido avanço daquela sociedade em diversas áreas.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Em meio à essa explosão de progresso nasceu Mojo, um "Sem-Espinha" que, tal qual seus pares, era obcecado pelo entretenimento. Mas não apenas isso, era sedento de poder e, de alguma forma, percebeu que quanto mais sucesso tinha no ramo midiático, mais seu poder aumentava, quase como uma relação mística entre pontos no Ibope e poder de influência. Nessa altura, a sociedade dos "Sem-Espinha" já tinha evoluído ao ponto de realizar experimentos genéticos e desenvolver uma nova espécie. Uma espécie com esqueleto e bípede, verdadeiros humanos como conhecemos, porém desprezados e usados como escravos. Nesse ponto Arize começou lentamente a perceber que havia sentimentos além do simples prazer gerado pelo entretenimento, sentimentos tais como compaixão, amor, felicidade e partilha. Arize chegou à conclusão de que tais emoções não foram desenvolvidas em sua espécie, mas que elas ainda poderiam aparecer, pois estariam latentes, apenas ficaram escondidas e hipotrofiadas. Com essa percepção no coração e sem concordar com a escravidão imposta aos bípedes de seu Mundo, Arize desenvolveu sua obra-prima, Longshot.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Longshot era um rapaz considerado a joia da coroa da evolução humana. Um homem cheio de ideais libertários e disposto a lutar por eles. Ele chegou a trabalhar para Mojo como dublê nas diversas produções que o vilão executava para manter seu império de entretenimento entre os "Sem-Espinha". Logo, no entanto Longshot lideraria repetidas rebeliões contra Mojo para tentar libertar seu povo e seu Mundo do controle exercido pelo Império Midiático do vilão. Longshot acreditava que com isso novos passos seriam dados na direção de uma nova sociedade. Uma grande mudança ocorreu quando Mojo descobriu um jeito de observar mais de perto nosso Mundo (A Terra). Assim, ele percebeu a imensa oportunidade de alastrar seu império de controle midiático para cá.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Longshot seguiu Mojo para a Terra e, nesse processo, conheceu os Mutantes do grupo X-Men. Mojo desenvolveu certa obsessão pelos Mutantes ao perceber a imensa euforia que os poderes e combates dos X-Men geravam nos "Sem-Espinha" de seu Mundo. Isso explica os vários e intensos combates entre Mojo e os X-Men, pois o vilão sempre quis capturá-los para seu programa televisivo. Além disso, outro grande objetivo de Mojo é construir gigantescas antenas ao redor da Terra capazes de transmitir seu programa, alienar os seres humanos e com isso dominá-los por completo. Mojo conta com dois seres bípedes ligados diretamente a ele, Espiral e Major Domo. Espiral foi criada pelo próprio Mojo e tem habilidade físicas letais e poderes extra dimensionais. Já Major Domo é algo parecido com um mordomo, que cuida de toda operacionalização das ideias de Mojo, gerindo seus negócios e finanças.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Mojo é metáfora para os homens que atualmente controlam o Mundo por meio de seus Impérios de Informação e que não possuem escrúpulos ou limites para mantê-los ativos. Com o aparecimento de tantas mídias (Whatsapp, Facebook, Instagram, Youtube...), fica difícil não estabelecermos um paralelo entre a nossa sociedade e a dos "Sem-Espinha". Essa última uma sociedade vazia e sem nada a não ser seu vício por mais entretenimento, esquecendo assim que (parafraseando Charles Chaplin) somos mais que máquinas. Como dica complementar sugiro que assistam ao episódio Cinco Milhões de Méritos (Fifteen Million Merits) da Série Britânica Black Mirror. Um assustador panorama acerca da influência da mídia em nossa sociedade. Uma mídia cada vez mais sedenta em transformar o que o ser humano tem de puro e único, em lixo!

domingo, 4 de setembro de 2016

Coleção Chevrolet da Salvat EXPANDIDA!! Lista de Miniaturas - Atualizado Maio - 2017

Nº 01 - Chevrolet SL - 1979Nº 02 - Opala Diplomata Collectors - 1992Nº 03 - 3100 Marta Rocha - 1956Nº 04 - Veraneio  S-Luxe - 1971Nº 05 - Monza Série I Sedan - 1985Nº 06 - Chevrolet Alvorada - 1962Nº 07 - Omega Diamond - 1994; Nº 08 - Chevette Luxo - 1973Nº 09 - Celta Super 1.4 - 2006Nº 10 - 3100 Brasil - 1959Nº 11 - Camaro SS - 2011Nº 12 - C-20 - 1994.

Olá amigos... Após diversos pedidos de vários amigos aqui no Blog, trago aqui a Lista de Miniaturas de outra coleção que vem angariando admiradores pelo Brasil: A Coleção Chevrolet da Editora Salvat. Lançada em parceria com a própria Chevrolet do Brasil, a coleção traz miniaturas na tradicional escala 1:43 com carroceria em metal e acabamento em plástico e metal injetado.

Nº 13 - S-10 Deluxe 2.5 Cabine Dupla - 2009Nº 14 - Opala Serie 2 Caravan SS - 1979; Nº 15 - Veraneio Custom - 1993; Nº 16 - Opala SS - 4cc - 1975; Nº 17 - Chevy 500 - 1983; Nº 18 - Opala Diplomata 4.1 - 1988; Nº 19 - Chevrolet Blazer - 2ª Geração 2002; Nº 20 - Chevrolet Chevette Hatch S-R 1.6 - 1981; Nº 21 - Chevrolet Opala 2500 - 1970; Nº 22 - Chevrolet S-10 - 1995; Nº 23 - Chevrolet Kadett Hatch SL 1.8 - 1991; Nº 24 - Chevrolet Vectra GLS 2.2 - 1998.

São 40 modelos acompanhados de fascículos trazendo a ficha técnica do carro, detalhes de desempenho, história, mecânica e carroceria. Surpreendeu-me positivamente o fato da própria Chevrolet associar-se à Editora Salvat para este lançamento. Isso mostra, ao meu ver, o crescimento, importância e potencial do mercado de colecionismo no Brasil, à ponto de chamar atenção de uma grande Multinacional como é o caso da Chevrolet.

Nº 25 - Chevrolet C-14 - 1964Nº 26 - Chevrolet Opala Gran Luxo - 1971; Nº 27 - Chevrolet Camaro Conversível - 2014Nº 28 - Chevrolet Veraneio - 1987Nº 29 - Chevrolet Tracker - 2001Nº 30 - Chevrolet Classic - 2011Nº 31 - Chevrolet C-10 - 1974Nº 32 - Chevrolet Monza 500 EF - 1990Nº 33 - Chevrolet Montana - 2003Nº 34 - Chevrolet Celta 1.0 - 2000Nº 35 - Chevrolet 3800 - 1950; Nº 36 - Chevrolet Comodoro Cupê - 1982.

Um diferencial da coleção é o fato dos modelos poderem ser adquiridos não apenas por meio de assinatura através do Site Oficial de Coleção, mas também de maneira avulsa por meio do Loja Virtual da Editora Salvat. Isto é um avanço no sentido de beneficiar muitos interessados que por motivos financeiros ou de interesse querem adquirir apenas os modelos que lhe cabem no bolso ou que realmente marcaram sua vida. Como de costume, para quem assinar a coleção há alguns brindes: 01 bela miniatura do Chevrolet 3100 (1956 - Serviço de Guincho), 01 chaveiro exclusivo e 02 capas duras para guarda dos fascículos.

Nº 37 - Chevrolet Cobalt LT 1.4 - 2011Nº 38 - Chevrolet Ipanema SL-E - 1992; Nº 39 - Chevrolet Monza S-R - 1986; Nº 40 - Chevrolet Prisma - 2012; Nº 41 - Chevrolet Bonanza - 1990; Nº 42 - Chevrolet Opala - 1968.

Bem amigos... Fico muito contente de atender os pedidos dos amigos e espero poder fazê-lo mais vezes. Bom... Como era de se esperar a coleção foi expandida para além do Nº 40!! Agora vamos acompanhar as atualizações por aqui para saber o que vem por aí!!

PEÇAS ESPECIAIS DA COLEÇÃO
Nº 01 - Chevrolet D40 - 1985; Nº 02 - Chevrolet D60 - 1974.

Um grande abraço à todos!!