quinta-feira, 18 de julho de 2013

Superman - O Homem de Aço


Superman - O Homem de Aço estreou recentemente no Brasil e ontem pude assisti-lo. De início já quero dizer logo de saída que o filme é bom e cumpre seu papel de atualizar o personagem para um novo tempo, com novas demandas e com pessoas que valorizam e se comunicam de forma muito distinta daquela vista na época em que o personagem foi criado na Era de Ouro dos Quadrinhos (mais precisamente no ano de 1938). Além da hercúlea missão comentada acima, o filme também se deparou com outro desafio, o de agradar uma gama muito variada de pessoas (fãs e não fãs de quadrinhos) que exigem coisas muitas vezes diferentes de um filme. Superman - O Homem de Aço consegue também vencer esse desafio, e volto a afirmar que gostei bastante dele. Mas para não ficar no óbvio, gostaria de comentar alguns acertos (na mosca) e algumas coisas que não considero exatamente erros, mas sim adaptações excessivas que precisaram ser feitas para agradar à esse espectro tão amplo de pessoas.


Em 1º lugar é preciso dizer que o excelente elenco consegue a façanha de não permitir que inúmeros efeitos especiais roubem a história, tornando-a vazia e superficial. Henry Cavill definitivamente consegue ser um Superman masculino e ao mesmo tempo amável e profundo, resgatando características importantes e fundamentais do personagem. Lois Lane também consegue ser a repórter xereta, porém sem ser arrogante. Isso é muito relevante pois em muitas histórias do Super que li no passado, ela era retratada como alguém mal educada e pedante, destratando em demasia o Clark Kent, o que me incomodava. Outro destaque que gostaria de dar é para os dois pais de Kal-El (o biológico e o adotivo). Kevin Costner está muito bem como Jonathan Kent, e consegue mostrar que talvez mais importante até que o pai biológico do herói, foi o pai adotivo que permitiu ao herói a visão precisa e objetiva a respeito do que é certo e errado. Russell Crowe também vale menção pois interpreta um Jor-El crível e firme.

Jonathan Kent com seu filho adotivo Clark Kent (ainda adolescente), em um dos momentos que ajudaram a moldar o caráter do herói.
Sei que muitos não concordarão comigo, mas os momentos mais marcantes para mim foram aqueles sem tanta ação, nos quais o foco se aproximava da humanidade de cada personagem. Dentre eles eu destacaria todas as cenas nas quais Clark aparece ainda criança ou adolescente recebendo de seu pai os conselhos que moldariam para sempre seu caráter. A cena do tornado (quem já assistiu sabe do que estou falando) foi uma das mais impactantes para mim. Cavill a interpreta de maneira que consegui sentir a dor do Clark Kent naquele momento, uma dor profunda potencializada pelo diálogo que ele havia travado há pouco com seus pais dentro do carro.

Clark já adulto com sua mãe em sua casa da fazenda

A origem humilde e sincera do personagem é mostrada de forma muito adequada. Essa origem humilde, o grande poder destrutivo do herói e sua entrega às autoridades em um determinado momento do filme o aproximam muito de outro personagem muito famoso de nossa história real e que também tinha características parecidas. Não é à toa que o Superman se revela ao público aos 33 anos de idade e se entrega para o bem de todos. Há inclusive uma cena que se passa no interior de uma igreja na qual Clark é colocado ao lado de um vitral que traz a figura desse alguém. Essa aproximação não é acidental por parte dos autores e, ainda que não percebida de forma consciente pelas pessoas, faz com que nos sintamos bem e nos identifiquemos com as dores de Clark Kent, alguém que era ao mesmo tempo Humano e Divino. Ainda nos acertos não posso deixar de comentar a respeito da incrível interpretação de Michael Shannon como o General Zod. Seu fim no filme não poderia ser outro, já que seria impossível a existência de alguém tão poderoso e tão oposto ao Superman coexistindo em um mesmo Planeta.

General Zod

Dentre os elementos que considero não tão memoráveis está uma insistência do diretor em produzir uma destruição apocalíptica no filme. Entendo isso, no entanto à luz dos comentários de muitos fãs sobre o filme de 2006 do Super (Superman - O Retorno), que acharam que faltou pancadaria e destruição. Diante disso percebo uma busca por lutas homéricas e níveis grandiosos de estragos nesse novo longa. Há algumas dúvidas na história que também percebo que poderiam ser melhor resolvidas, como por exemplo: Por que Zod não é tragado junto com seus asseclas de volta para a Zona Fantasma? Se isso ocorre em função dele ter adquirido poderes tão grandes como os do Homem de Aço possibilitando-o resistir à força do Buraco Negro, isso deveria ter sido mostrado mais claramente. Outro ponto menor seria, diante do clima inóspito e tantos obstáculos naturais, a chegada de Lois Lane na nave Kriptoniana perdida no gelo há 20 mil anos me pareceu simples demais.  Tudo isso, no entanto não compromete o resultado final e novamente coloco isso na conta de ajustes no roteiro e na necessidade de se colocar um pouco de tudo no filme para agradar, senão a todos, pelo menos a maioria.

Jor-El e Lara Lor-Van com o pequeno Superman

Para encerrar gostaria só de lembrar que, para quem conheceu as décadas de 80 e 90 (como eu), nas quais víamos os heróis sendo tratados de forma tão simplista e risível nos cinemas, esse filme do Homem de Aço, junto com os demais filmes de Super-Heróis que têm saído, é um orgulho. Não pude deixar de me sentir feliz ao ver, antes do filme começar, Multinacionais associando seus produtos ao nome de heróis, caso de fabricantes mundiais de Tênis e Montadoras (Fiat  Bravo - Imortal, referência ao próximo filme do Wolverine)! 

Bom amigos, embora Superman - O Homem de Aço não tenha (pelo menos por hora) alcançado o lucro bilionário como aquele observado no filme Os Vingadores, sem dúvida nenhuma ele deu um bom lucro até aqui. Isso nos deixa bem mais tranquilos, pois o prosseguimento de filmes envolvendo os heróis da DC estava diretamente ligado ao desempenho deste filme. E, segundo as palavras da toda-poderosa Presidente da DC Entertainment (Diane Nelson) em recente entrevista, Superman - O Homem de Aço pavimentou o caminho para novas obras cinematográficas dos personagens da editora.


Abraço à todos!

24 comentários:

  1. Vou ser esse filme apenas qdo sair em DVD... mas é curioso notar o qto os atuais blockbusters do cinema tem se empenhado em DESTRUIREM as grandes metrópoles, rs:

    Vingadores, Batalha de Los Angeles (q assisti semana passada), e agora o super (entre vários outros)!!!

    fico pensando o q irá sobrar do planeta nas sequências desses filmes todos... (e olha q ainda vem um "Independence Day 2" poraí)!!!

    Abs!

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    1. Pois é Leo...

      O problema é que com isso a própria indústria vai ficando refém de seus modelos. Isso é triste porque os modelos existem e até funcionam em um determinado momento, mas não podem passar a ditar como um filme tem que ser. Creio que esse certo engessamento da indústria do cinema (refém do modelo Blockbuster) tem sido um dos responsáveis pela migração constante de bons atores para o mundo da TV e dos seriados, onde podem exercitar mais a arte dramática e onde o roteiro tem primazia.

      Vamos ver! Continuando a vir filmes de heróis é o que importa! rs rs

      Abcs!

      Marcelo.

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  2. Gostei muito da crítica/opinião, especialmente sobre os valores da família que é de casa que se constrói o caráter de alguém.
    Valores, princípios, tudo isso é moldado pelos pais, pela educação de casa, não importando o quanto o Super é poderoso, poderia muito bem se vingar de quem quisesse, mas não o faz pq seu pai adotivo faz ele criar valores.

    Quanto ao filme em si, cenas de ação, adaptação, exageros (que eu achei um pouco na questão das lutas que me deixaram meio tonto -ou mais tonto), podem passar pois todo e qualquer filme de heroi vai passar por isso. (confesso que até senti falta de uma ou outra câmera lenta do Snyder - hahaha)

    No geral eu gostei muito. Poderia gostar mais pois adoraria encontrar mais referências para outros personagens, mas o aproveitamento geral foi positivo pra mim, eu até veria o filme novamente nos cinemas.

    Gostei da opinião colocada Marcelo e concordo em muitos pontos contigo.
    Abraço!

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    1. Legal André...

      Fico contente que tenha curtido a crítica/opinião. A questão dos valores passados ao jovem Clark é sem dúvida nenhuma um ponto forte do filme. Em uma sociedade como a nossa acho super importante isso ser colocado em pauta. Vc tem toda razão, até o pai biológico (Jor-EL) erra um pouco ao dizer que ele seria como um deus entre nós. Foi o pai adotivo que o ensina a entender o ser-humano.

      Acredito que a questão do exagero nas cenas de ação sempre ocorrerão em filmes de heróis, pois caso contrário a coisa fica "cerebral" demais, como dizem. E não adianta, o público gosta! rs rs Vc toca em um ponto importante, senti falta também de um pouco de câmera lenta nas cenas de maior rapidez. Acho que ela é um bom recurso para dar espectador a visão real de alguns detalhes.

      Valeu mesmo André!

      Gde. abc pra vc!

      Marcelo.

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  3. Oi Marcelo, aqui não tem cinema. Então só vou assistir o filme quando chegar na Sky.
    Gostei de sua análise, não saiu malhando o trabalho dos outros, e ao mesmo tempo, destacou pontos positivos e negativos do filme. São coisas assim que a gente gosta de ver num blog, uma opinião ponderada.
    Quanto ao filme, tenho uma boa impressão do que verei quando assistir, pois considero necessária a atualização do personagem. Achei bacana sua percepção da similaridade do personagem com o cristianismo.
    E para finalizar, quero destacar uma observação sua de que o filme parece que precisa agradar a todo tipo de público. E pelo seu comentário, tiveram mesmo essa preocupação, porém, sem perder a dramaticidade que algumas cenas exigiram. Para mim, isso tudo já é suficiente, valendo o ingresso para o cinema, ou o tempo na frente da telinha. Obrigado pela postagem bacana. Abraço.

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    1. Oi Paulo! Valeu pela presença e comentário!

      Pois é... Com o tempo a gente vai aprendendo que sempre há dois lados em uma determinada obra. Em termos gerais vamos ficando mais ponderados ao emitir opiniões.

      Quanto à comparação que fiz entre o personagem e o cristianismo eu pude sentir isso mesmo. Superman, aliás encarna essa dualidade, ser Homem e ao mesmo tempo ser Divino. Ter poderes inimagináveis, mas ao mesmo tempo optar pelo caminho da humildade e do auxílio aos outros. Só isso já garante um lugar especial desse personagem em minha vida.

      Quando vc assistir gostaria de saber de suas percepções, se puder comente aqui ou poste lá no seu blog!!

      Gde. Abc. Paulo.

      Marcelo.

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  4. Marcelo, bom dia!

    Se tudo der certo (pois, meu dia a dia é imprevisível) verei o Superman semana que vem. Gostei quando você expressou que as cenas que mais te tocaram foram as que ele estava com a família. Entendo que o clássico será sempre o clássico. Mas isso não impede que as novas produções também façam coisas maravilhosas dentro de sua realidade e padrão atuais. Parece que acertaram a mão com o Superman. já li algumas outras críticas de quem assistiu ao filme e todas foram positivas, do tipo que surpreenderam-se além do que esperavam.

    Não sabia que o Kevin Costner e o Russel Crowie estava no filme. Procurei saber pouco dele antes de ir realmente parar nos cinemas. Interessantes seus argumentos, a maneira como colocou essas ideias mostrou que você talvez considere esse o filme de super-herói do ano.

    Tenha um bom final de semana, meu caro!

    Abraços.

    Fabiano Caldeira.

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    1. E Fabiano!? Tranquilo?

      Se der vá ver sim, como comentei na matéria, há de tudo um pouco no filme. Em função disso é que acredito que pequenas partes podem te agradar muito e outras nem tanto. Creio que isso é de caso pensado para angariar uma opinião média positiva. E pelo jeito funcionou, pois temos uma boa bilheteria para o filme.

      Realmente as cenas que mais me tocaram foram as com temática familiar. E entendo família não necessariamente apenas como aquele núcleo sanguíneo de parentesco, mas também aquela amizade que se torna tão forte que permite que esse tipo de laço se forme.

      Kevin Costner e Russell Crowe estão bem. Alguns acharam o Kevin (no papel de Jonathan Kent) um pouco sisudo e introvertido (sem expressão), mas isso é exatamente a atitude do "cara da roça" nos EUA. Ou seja, um cara fechadão, um pouco xenófobo e desconfiado, mas que não é por isso que não é um grande cara. Temos que lembrar que os pais adotivos do Clark eram exatamente esse tipo de gente, ou seja, trabalhadores da terra, gente um pouco sofrida, tal qual os agricultores familiares que vemos no Brasil. Sendo assim sua interpretação foi muito boa pra mim. Você vai ver. Depois me fale.

      Cara... Quanto a ser o melhor filme de Super-Heróis do ano pode até ser que sim viu. Contabilizando os que me lembro são: Homem de Ferro III, Superman, Wolverine e Thor II. Olha, até aqui eu diria que Superman está um pouco à frente sim. Vamos ver os dois próximos.

      Valeu Fabiano!

      Abcs. Marcelo.

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  5. Ótima resenha. Quero ver esse filme. Se possível, ainda hoje à noite. Ele lado humano que vc destacou e que gostou, certamente (acho), será o que mais me atrairá na produção. Não sou tão fã de porradas e explosões. Enfim.... ver para tirar minhas conclusões.

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    1. Oi Kleiton... Tudo bem?

      Foi realmente as questões dramáticas do filme que mais me chamaram atenção. Força bruta, Superpoderes, Naves e Realidades Fantásticas, embora empolgantes, ficaram em 2º plano para mim. Acredito que é assim que deve ser. O fantástico emoldurando a realidade. Acredito que Borges concordaria com isso! rs rs

      Assista e me diga depois Kleiton!

      Abc.

      Marcelo.

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    2. Há! Ainda não assisti. Fui duas vezes. Cinemas lotados. Me deixa sufocado!

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    3. Putz... Isso realmente é frustrante! Outro ponto é quando há pessoas que conversam!

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    4. Marcelo,

      há dois dias, finalmente, vi o filme.

      Olha, não gostei. E quando começam as intemináveis cenas de ação, apenas para encher tela de cinema, é que a coisa perde o rumo.

      Talvez eu estivesse esperando muito do filme, quem sabe.

      Abraços!!

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    5. Oi Kleiton... Blz!?

      Em relação a parte das cenas de ação eu concordo também. São intermináveis e barulhentas. É como se o diretor ficasse refém de um conceito de que para um filme dar certo ele deve conter uma grande batalha sem fim. Há um medo hoje de agradar uma tribo e desagradar outra. Isso faz com que se tente colocar de tudo no filme. Assim, ele corre o risco de virar uma colcha de retalhos.

      Para mim o Henry Cavil mandou bem como Super, e a densidade dramática das cenas entre ele e a família me agradaram. Essa parte, no entanto da "porradaria" em excesso foi com certeza além da conta.

      Valeu por ter lembrado de colocar aqui sua impressão!! Achei que vc até tinha esquecido!!

      Grande Abraço!!

      Marcelo.

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    6. Esqueci nada. É que demorei mesmo para ver.

      Tb gostei de Henry Cavill no papel do Super. Ele deu uma "alma humana" ao personagem. Mas, no final das contas, não tem jeito: a gente sempre fica com Christopher Reeve na memória.

      Abç!!!

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    7. Acho que o Christopher Reeve interpretou um Superman em um momento "chave" para o universo Nerd. As HQs começavam a se popularizar em muitos países, caso inclusive do Brasil que, com a entrada da Ed. Abril no mundo dos Super-Heróis no início dos anos 80, conseguiu fazer uma trabalho de melhor continuidade das histórias. Isso atraiu mais leitores jovens e muitos garotos (como foi o meu caso).

      Assistir a um filme como aquele naquele momento foi algo mágico. Revendo hoje os filmes com o Reeve (pelo menos o 1o e o 2o, que são os que contam) dá pra ver que é uma obra prima, no entanto se olharmos com um "Olhar" mais distante e menos afetivo perceberemos que há situações a serem melhoradas ali. Isso de maneira nenhuma retira a atuação de Reeve do panteão em que se encontra. Acabamos fazendo (e esse é o meu caso também) uma avaliação cheia de emoção e nostalgia.

      Tentei ir para esse novo filme do Super o mais destituído possível de um espírito comparativo (se é que isso é possível). Até para não ser injusto com a obra atual e, no final, achei o resultado bom.

      Valeu kleiton!

      Marcelo.

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  6. Excelente post. Ótimo blog. Parabéns pelo dois.

    abraço

    marcelokeiser.blogspot.com.br

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    1. Valeu Marcelo...

      Fico contente que tenha gostado do Blog. Espero recebe-lo mais vezes por aqui.

      Já visitei seu espaço virtual e gostei bastante. Deixei um comentário sobre sua resenha sobre o filme do Super.

      Gde. Abc. cara!

      Marcelo.

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    2. Agradecido pela visita e pelo cortês comentário meu querido.

      abraço

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    3. Valeu Marcelo...

      Farei muitas visitas. Bem interessante e cheio de informações seu Blog. Parabéns.

      Abcs!

      Marcelo.

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  7. Adoro o personagem quero muito ver o filme mas vou acabar não vendo no cinema (com filha pequena complica ir no cinema), nem lí o post todo para evilar spoiler.

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    1. Oi amigo!

      Realmente sua pequena é prioridade! Olha... Acho que vc vai gostar do filme. Quando sair em DVD e vc assistir volte aqui e coloque o que achou. Acho interessante pegar opiniões de outros amigos, pois sempre alguém traz algum enfoque diferente que ajuda na compreensão maior da obra.

      Quanto à "spoilers" em geral não coloco nenhum, porque quando vou à um blog ou site não gosto de entrar em contato com eles. Nessa matéria sobre o filme do Super eu até falo de uma ou outra cena mas não dá para fazer nenhum paralelo delas com a história. Mas entendo vc. Eu também sou assim, antes de ver algo eu prefiro ir sem muitas leituras prévias, pois a gente acaba sendo influenciado e formando um "pré-conceito" que pode atrapalhar.

      Valeu pelo comentário.

      Abc!

      Marcelo.

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  8. Olá Marcelo,

    Entro todos os dias no seu blog ansiando por novas atualizações! Realmente as suas resenhas me conquistaram.

    Quanto ao filme: Assisti 3 vezes! Gostei muito, acho que foi muito bem trabalhado e concordo com o que você escreveu.

    A minha sensação em relação ao Zod não ter sido sugado para a Zona Fantasma, foi simplesmente por que ele não estava tão perto do vórtice.. mas fiquei na dúvida agora.

    O que queria dizer na verdade quando comecei o comentário, é que fiquei triste quando a turma anunciou no ComicCom 2013, que o próximo filme será Superman VS Batman... sei que o VS não significa propriamente um versus... talvez apenas a presença do cavaleiro das trevas já me incomoda. O Superman poderia ser melhor trabalhado ainda no segundo e terceiro filme.. com cenas extras ao final do filme.. como a Marvel fez. Tenho medo deste Reboot de Batman acabar roubando muito espaço do Homem de Aço que acabou de mostrar pra quê veio...

    Enfim.. Espero e torço para que o próximo filme seja tão bom quanto este!
    Abraços

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    1. Oi Denis...

      Valeu mesmo pelo comentário e pela presença amigo! Saber que o blog atrai pessoas legais e amigos é a melhor coisa para mim.

      Então... Concordo com vc. Achei estranho também essa noticia. Superman é um personagem com densidade suficiente para garantir sozinho a bilheteria. Eles não precisavam queimar esses dois cartuchos (Batman e Superman) juntos. O filme com certeza terá grande bilheteria, isso todos não temos a menor duvida. A questão é mesmo o longo prazo, ou seja, os personagens podem entrar em exaustão antes do tempo. Por mim eles deveriam ser colocados juntos no filme da Liga.

      Vamos ver, não é mesmo?

      Gostaria de atualizar o blog aqui com mais freqüência. Tem épocas que até consigo, porém às vezes o tempo fica bem curto!

      Agradeço novamente a presença, Denis!

      Abção.

      Marcelo.

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