quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Últimos Dias no Deserto


Conseguir retirar a gordura da alma... Silenciar-se ao ponto de ouvir o que é para poucos... Muitos fizeram e buscaram isso. Yeshua (Jesus) fez o mesmo. Seus 40 dias e 40 noites no deserto são preenchidos nas Escrituras com apenas alguns diálogos entre ele e Lúcifer. Mas sabemos que não foi só isso... Houve silêncio, sede, pedras, pó, vento, sol, frio, calor, fome e sonhos. É fato que houve muito mais do que aquele diálogo entre Yeshua e Lúcifer. Exercitar a mente e tentar imaginar o que mais aconteceu naqueles 40 dias é ficção. Mas não há pecado na ficção, desde que não seja bem feita simplesmente para atender determinada doutrina, dogma ou grupo. A ficção feita com reverência, respeito, cuidado e humildade não é anátema, pelo contrário, nos aproxima do inefável. Assim foi para mim assistir ao filme Os Últimos Dias no Deserto (EUA - 2016 - Direção Rodrigo Garcia).


Ewan McGregor faz o jovem Yeshua (Jesus) que busca no deserto um lugar para ouvir o Pai e a si mesmo. Busca achegar-se ao Pai. Mas fica claro ao espectador que ele sabe que está aqui na Terra jogando pelas regras dos homens, e por isso sente cansaço, dor e toda e qualquer sensação humana. Sente até mesmo a vontade de ouvir claramente a voz de Deus e receber de volta o assovio do vento. Os primeiros longos minutos do início do filme já seriam uma grande obra, pois o diretor não tem medo de mostrar o silêncio, a solidão e a feroz batalha entre o deserto e o homem. Esse primeiro trecho seria suficiente para nos fazer entender porque é preciso ir para o deserto (seja qual for o lugar que cada um de nós chama ou conhece como "deserto").


Rodrigo Garcia (o Diretor) acerta ao não acessar o poderio divino de Jesus, pois conduz a história a partir das percepções do jovem Messias. Resolver tudo pelo poder divino talvez até desse mais bilheteria ao filme, mas não alcançaria a beleza de se chegar ao final pelo caminho mais difícil. Um caminho mais difícil, porém mais perene e mais parecido com nosso dia a dia. Yeshua não está interessado em resolver as coisas através de mágicas e truques divinos. Não é assim que funciona. Até porque se decidisse resolver tudo por meio de truques mágicos isso não geraria nas pessoas a transformação esperada e necessária. Ele realmente está jogando dentro das nossas regras, e quer entrar em contato com as motivações e contradições de nossos corações humanos e falhos. O campo de atuação do filme são as relações humanas.


Esperar por um filme grandiloquente e cheio de efeitos não é o caso aqui. A ideia é se voltar para dentro, para o secreto e para o coração pedregoso do homem. Nesse processo o diretor toma a licença de propiciar um encontro entre Yeshua e uma família sem esperança e cheia de contradições que mora no deserto. Yeshua testemunha uma difícil relação entre pai e filho e, ao testemunhar isso, parece entender seu Pai. Para qualquer filho que amou seu pai e teve qualquer problema com ele, o filme é libertador no seu silêncio, nas entrelinhas e nos espaços vazios deixados pelas falas não ditas. A própria cura física fica em segundo plano ao percebermos que a doença maior é a da alma.


A Trilha Sonora de Danny Bensi e Saunder Jurriaans emoldura o deserto e parece dar voz a ele. As conversas entre Lúcifer (que o tempo todo atormenta) e Yeshua são muito interessantes! O espectador verá a superioridade de Jesus não em função de seus efeitos pirotécnicos, mas sim pela sobriedade, sinceridade, honestidade e acima de tudo perseverança. Entre as cenas finais, destaco a que Lúcifer e Yeshua caminham lado a lado em direção à Jerusalém e simplesmente o Demônio desiste de continuar porque a caminhada é pesada, extenuante e demais para ele. Ou seja, ele simplesmente não aguenta. A simbologia da cena, ao revelar a superioridade e perseverança de espírito de Jesus, é fantástica. Pois no silêncio daquele momento revela-se o Gigante que o Messias foi em sua pequenez na Terra.


O filme foi para mim uma grata surpresa. Ele revela o Jesus humano sem torna-lo polêmico como outros filmes no passado pareceram fazer, tais como A Última Tentação de Cristo de Martin Scorsese ou Je vous Salue, Marie de Jean Luc-Godard. 

Muitos temem apresentar o lado humano de Jesus com medo de que isso ofusque seu lado divino, em Últimos Dias no Deserto, é o contrário, é justamente esse lado humano que ressalta a grandeza de sua divindade.

domingo, 11 de setembro de 2016

Star Trek - Sem Fronteiras


Star Trek retorna aos cinemas! Seu retorno é também um retorno às origens da Série, que atuou como um farol utópico de convivência pacífica para a segregada sociedade Americana da época dos Anos 60. Hoje poderíamos extrapolar essa segregação ao nível Mundial. Daí a importância de filmes e obras que sustentem a possibilidade de ideais que transcendam nossa Adolescência como Espécie. Para os recém chegados ao Mundo de Star Trek, vale lembrar que a Federação de Planetas Unidos (sobre a qual toda mitologia da Série gira e tem na Terra sua sede) surgiu no passado após um Holocausto Nuclear terrestre, e foi criada como tentativa de aprendermos com nossos próprios erros. Nesse sentido este último filme da franquia (Star Trek - Sem Fronteiras) nos sintetiza esse ideal nas palavras do Capitão James T. Kirk em um das cenas finais: "Prefiro morrer para preservar vidas do que morrer tirando-as". Esta afirmação não exclui batalhas, guerras ou confrontos, mas as localiza dentro de um contexto maior do que a simples existência da violência por violência. Uma brutalidade totalmente a serviço de pequenos grupos. Infelizmente para aprender isso a humanidade (no Mundo de Star Trek) precisou ser, no passado, quase que exterminada para conseguir "zerar" o jogo.


Justin Lin, o Diretor, acerta ao trazer o tipo de vilão que mostra no filme. Parte do sucesso de determinadas obras está no fato de seus autores conseguirem condensar em certa medida, os "medos" atuais que regem uma sociedade. No passado experimentamos diversos "Medos": o sobrenatural (na Idade Média); o Estranho (ou Diferente); A Guerra Fria e seu potencial atômico... Hoje nos deparamos com um "Medo" novo, o medo do nosso próprio semelhante, que pode ser um terrorista, um sociopata que atira em escola e cinemas, ou mesmo um motorista de trânsito enfezado. Justin Lin traz um vilão que sintetiza esse medo. Quem assistir ao filme verá sobre o que falo, uma vez que Krall (o vilão) tem origens incrivelmente próximas à Federação.


Outro aspecto escondido nas entrelinhas do filme é: "Que Guerra realmente merece ser travada!?". Talvez muitos hoje responderiam que a Guerra que merece ser travada é a "minha" Guerra, a Guerra pessoal de cada um, a Guerra para se proteger. Uma resposta que coloca a humanidade em rota perfeita para que o mais "forte" ascenda ao poder. Viveríamos o "poder" do mais forte. Nesse sentido o filme propõe uma discussão sobre esse paradigma moderno, tendo a Federação como a opção encontrada pela Humanidade para tentar transcender a si própria. O filme não é "filosofia" o tempo todo, pelo contrário, na verdade tais questões estão apenas escondidas. O DNA da Série sempre foi, além daqueles colocados no início de meu texto, voltado para o Desconhecido, para a maravilha do Cosmo e do Universo, a nossa última Fronteira que só pode ser conquistada a partir da resolução de nossas diferenças. Daí a importância do elenco multi-étnico já na Série Original.
 

As interpretações estão muito boas e destaco a papel de Sofia Boutella como Jaylah, uma jovem guerreira sobrevivente da tragédia desencadeada pelo vilão Krall. A atriz traz uma combinação muito interessante entre, 1) selvageria, 2) ingenuidade diante das relações humanas, 3) confusão com as expressões humanas, 4) curiosidade pela música humana "antiga" e 5) sensualidade. Foi uma grata surpresa. A figura de Idris Elba fica um pouco escondida em meio à maquiagem do vilão Krall, mas sua composição de vilão é boa e se mostra uma ameaça realmente poderosa em função de seu ódio pelo que a Federação representa, ou seja, a manutenção da paz.


A respeito desse tema, "Paz", acho que cabe uma pequena reflexão. Para aqueles que vivem em paz, a própria "paz" sempre parecerá pálida, sem muito atrativo. Mas apenas um povo que sofreu e verteu seu suor ou sangue, é que sabe seu valor. Que entende e percebe os tesouros escondidos em meio às pequenas coisas do dia a dia. Pequenas coisas que existem em nossa vida apenas por causa da Paz. A Federação sabe disso em função do terrível destino que a humanidade se auto-impôs no passado. E é por isso que ela luta tão fortemente por esse ideal, o que a coloca em choque direto com os ideais de Krall. Aliás, se você observar bem, essas duas visões se antagonizam hoje na corrida presidencial americana. Ou seja, testemunhamos, portanto esse mesmo duelo diante de nossos olhos em nosso Mundo.


Acho que no final esta é a mensagem fundamental do filme. Recomendo e recebo de bom grado a visão dos produtores a respeito do filme. E para aqueles que querem polarizar todo e qualquer assunto, como por exemplo Star Trek x Star Wars, eu diria que já está na hora de começarmos a ver o que temos em comum, e não aquilo que nos separa!

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Miniatura Marvel Série Especial Nº 08 - Mojo

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Quando conheci o personagem Mojo, iniciava-se para mim um processo de afastamento dos quadrinhos nos anos 90. Provavelmente em função de roteiros cada vez mais complexos e cheios de liberdades que minavam a credibilidade e riqueza dos personagens. Era uma época em que imagens e formas predominavam sobre a profundidade e riqueza dramática de cada herói e vilão. Com o devido distanciamento que os quase 30 anos me permitem daquela época consigo analisar esse abjeto e terrível vilão do Universo Marvel: o midiático e extra-dimensional Mojo. Criado por Ann Nocenti em 1985 (aqui no Brasil essas histórias sairiam apenas no início dos anos 90), e com um visual concebido por Arthur Adams capaz de gerar aversão imediata, o vilão serve como metáfora para a capacidade da mídia manipular mentes, corações e vidas em nosso mundo real. Ann Nocenti (estudante de jornalismo à época de sua criação) injetou no personagem toda sua crença na capacidade de certas mídias arrancarem nossa capacidade de nos conhecermos, de interagirmos como seres humanos e de esvaziar nossos corações. Nesse sentido, Nocenti foi uma verdadeira profetisa!

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

A miniatura do vilão é sem dúvida uma das mais incríveis da Coleção de Minaturas Marvel da Eaglemoss. Intrincada em detalhes, podemos afirmar que a empresa não se acovardou diante do desafio de produzir uma miniatura de um personagem tão cheio de detalhes em sua forma. Analisando primeiramente a parte realmente orgânica do vilão (em amarelo), fica claro a característica mais marcante dos da sua espécie, seu flácido, obeso e invertebrado corpo. Vemos uma obesidade que para qualquer percepção humana normal, parece doentia e patológica. Causou-me espanto as "dobras" que podem ser observadas na base da barriga do vilão quando ela se encontra com os pequenos apêndices de contenção em metal presentes na borda da cadeira. Realmente temos a sensação de flacidez de uma barriga em contato com algum anteparo de contenção. Achei esse detalhe incrível.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Não podemos deixar de citar a "papada" presente abaixo do queixo e os grandes e flácidos "seios", o que permite uma analogia andrógina e pervertida ao personagem. O rosto traz o sorriso extenso, maligno e os olhos arregalados e mantidos continuamente abertos por pinças ligadas à base eletrônica da cadeira. Aliás, uma alusão clara (em minha opinião) à  cena em que Alex, o jovem delinquente do filme Laranja Mecânica de Stanley Kubrick, é submetido à uma lavagem cerebral na qual é impossibilitado de fechar os olhos diante do que lhe é apresentado na TV. A estrutura tecnológica a qual Mojo está ligado é outro chamariz da peça. Todos os braços robóticos (pseudópodes) são representados simulando perfeitamente o aspecto de um aracnídeo ciborgue. A parte posterior da cadeira com vários comandos, e o gigantesco apêndice posterior semelhante à uma cauda estão de igual forma soberbos. A presença desta cauda, aliás, nos lembra outro animal temido por todos nós: o escorpião. Todas essas referências à doentias figuras do imaginário coletivo do ser humano estão presentes em Mojo, algo que deve ser creditado totalmente à Arthur Adams (algo reconhecido pela própria Ann Nocenti). Um ser com um visual que congrega concepções estranhas e abjetas à todos nós.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Mas Quem ou O Que é Mojo? Ao melhor estilo de Isaac Asimov em seu livro Os Próprios Deuses, Mojo é um ser que habita um planeta de um Universo Paralelo e muito próximo ao nosso. Neste planeta a evolução escolheu outro caminho e seus habitantes não desenvolveram um esqueleto de sustentação ou mesmo uma coluna vertebral. Assim, permaneceram no chão, locomovendo-se apenas com os braços. Devido a esta limitação física, esses humanoides "Sem-Espinha" permaneceram em um estado de atraso tecnológico e social. A única relação com alguma tecnologia se dava a partir de um ponto de contato entre a nossa dimensão e a deles por meio de uma fina Tela Quântica que permitia que nossas transmissões televisivas inundassem o Planeta dos "Sem-Espinha". Essa exposição contínua ao nosso conteúdo televisivo, sobre uma espécie ainda em desenvolvimento, conduziu à uma perversão de seu desenvolvimento natural, transformando-os em criaturas obcecadas pelo "entretenimento". Um dia, no entanto apareceu um "Sem-Espinha" chamado Arize. Arize acreditava no potencial de sua espécie e desenvolveu um módulo de sustentação com controle de movimento que passou a sustentar e dar mobilidade aos "Sem-Espinha". Isso levou à um rápido avanço daquela sociedade em diversas áreas.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Em meio à essa explosão de progresso nasceu Mojo, um "Sem-Espinha" que, tal qual seus pares, era obcecado pelo entretenimento. Mas não apenas isso, era sedento de poder e, de alguma forma, percebeu que quanto mais sucesso tinha no ramo midiático, mais seu poder aumentava, quase como uma relação mística entre pontos no Ibope e poder de influência. Nessa altura, a sociedade dos "Sem-Espinha" já tinha evoluído ao ponto de realizar experimentos genéticos e desenvolver uma nova espécie. Uma espécie com esqueleto e bípede, verdadeiros humanos como conhecemos, porém desprezados e usados como escravos. Nesse ponto Arize começou lentamente a perceber que havia sentimentos além do simples prazer gerado pelo entretenimento, sentimentos tais como compaixão, amor, felicidade e partilha. Arize chegou à conclusão de que tais emoções não foram desenvolvidas em sua espécie, mas que elas ainda poderiam aparecer, pois estariam latentes, apenas ficaram escondidas e hipotrofiadas. Com essa percepção no coração e sem concordar com a escravidão imposta aos bípedes de seu Mundo, Arize desenvolveu sua obra-prima, Longshot.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Longshot era um rapaz considerado a joia da coroa da evolução humana. Um homem cheio de ideais libertários e disposto a lutar por eles. Ele chegou a trabalhar para Mojo como dublê nas diversas produções que o vilão executava para manter seu império de entretenimento entre os "Sem-Espinha". Logo, no entanto Longshot lideraria repetidas rebeliões contra Mojo para tentar libertar seu povo e seu Mundo do controle exercido pelo Império Midiático do vilão. Longshot acreditava que com isso novos passos seriam dados na direção de uma nova sociedade. Uma grande mudança ocorreu quando Mojo descobriu um jeito de observar mais de perto nosso Mundo (A Terra). Assim, ele percebeu a imensa oportunidade de alastrar seu império de controle midiático para cá.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Longshot seguiu Mojo para a Terra e, nesse processo, conheceu os Mutantes do grupo X-Men. Mojo desenvolveu certa obsessão pelos Mutantes ao perceber a imensa euforia que os poderes e combates dos X-Men geravam nos "Sem-Espinha" de seu Mundo. Isso explica os vários e intensos combates entre Mojo e os X-Men, pois o vilão sempre quis capturá-los para seu programa televisivo. Além disso, outro grande objetivo de Mojo é construir gigantescas antenas ao redor da Terra capazes de transmitir seu programa, alienar os seres humanos e com isso dominá-los por completo. Mojo conta com dois seres bípedes ligados diretamente a ele, Espiral e Major Domo. Espiral foi criada pelo próprio Mojo e tem habilidade físicas letais e poderes extra dimensionais. Já Major Domo é algo parecido com um mordomo, que cuida de toda operacionalização das ideias de Mojo, gerindo seus negócios e finanças.

Miniatura Marvel Especial Nº 08 - Mojo

Mojo é metáfora para os homens que atualmente controlam o Mundo por meio de seus Impérios de Informação e que não possuem escrúpulos ou limites para mantê-los ativos. Com o aparecimento de tantas mídias (Whatsapp, Facebook, Instagram, Youtube...), fica difícil não estabelecermos um paralelo entre a nossa sociedade e a dos "Sem-Espinha". Essa última uma sociedade vazia e sem nada a não ser seu vício por mais entretenimento, esquecendo assim que (parafraseando Charles Chaplin) somos mais que máquinas. Como dica complementar sugiro que assistam ao episódio Cinco Milhões de Méritos (Fifteen Million Merits) da Série Britânica Black Mirror. Um assustador panorama acerca da influência da mídia em nossa sociedade. Uma mídia cada vez mais sedenta em transformar o que o ser humano tem de puro e único, em lixo!

domingo, 4 de setembro de 2016

Coleção Chevrolet da Salvat - Lista de Miniaturas - Atualizado Setembro 2016!

Nº 01 - Chevrolet SL - 1979Nº 02 - Opala Diplomata Collectors - 1992Nº 03 - 3100 Marta Rocha - 1956Nº 04 - Veraneio  S-Luxe - 1971Nº 05 - Monza Série I Sedan - 1985Nº 06 - Chevrolet Alvorada - 1962Nº 07 - Omega Diamond - 1994; Nº 08 - Chevette Luxo - 1973Nº 09 - Celta Super 1.4 - 2006Nº 10 - 3100 Brasil - 1959Nº 11 - Camaro SS - 2011Nº 12 - C-20 - 1994.

Olá amigos... Após diversos pedidos de vários amigos aqui no Blog, trago aqui a Lista de Miniaturas de outra coleção que vem angariando admiradores pelo Brasil: A Coleção Chevrolet da Editora Salvat. Lançada em parceria com a própria Chevrolet do Brasil, a coleção traz miniaturas na tradicional escala 1:43 com carroceria em metal e acabamento em plástico e metal injetado.

Nº 13 - S-10 Deluxe 2.5 Cabine Dupla - 2009Nº 14 - Opala Serie 2 Caravan SS - 1979; Nº 15 - Veraneio Custom - 1993; Nº 16 - Opala SS - 4cc - 1975; Nº 17 - Chevy 500 - 1983; Nº 18 - Opala Diplomata 4.1 - 1988; Nº 19 - Chevrolet Blazer - 2ª Geração 2002; Nº 20 - Chevrolet Chevette Hatch S-R 1.6 - 1981; Nº 21 - Chevrolet Opala 2500 - 1970.

São 40 modelos acompanhados de fascículos trazendo a ficha técnica do carro, detalhes de desempenho, história, mecânica e carroceria. Surpreendeu-me positivamente o fato da própria Chevrolet associar-se à Editora Salvat para este lançamento. Isso mostra, ao meu ver, o crescimento, importância e potencial do mercado de colecionismo no Brasil, à ponto de chamar atenção de uma grande Multinacional como é o caso da Chevrolet.



Um diferencial da coleção é o fato dos modelos poderem ser adquiridos não apenas por meio de assinatura através do Site Oficial de Coleção, mas também de maneira avulsa por meio do Loja Virtual da Editora Salvat. Isto é um avanço no sentido de beneficiar muitos interessados que por motivos financeiros ou de interesse querem adquirir apenas os modelos que lhe cabem no bolso ou que realmente marcaram sua vida. Como de costume, para quem assinar a coleção há alguns brindes: 01 bela miniatura do Chevrolet 3100 (1956 - Serviço de Guincho), 01 chaveiro exclusivo e 02 capas duras para guarda dos fascículos.



Bem amigos... Fico muito contente de atender os pedidos dos amigos e espero poder fazê-lo mais vezes. Agora é só aguardar a finalização desta matéria com a inserção de todos modelos à medida que as imagens e modelos forem sendo liberados pela editora.

Um grande abraço à todos!!

domingo, 28 de agosto de 2016

Miniatura DC Série Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Criado na Era de Ouro dos Quadrinhos, Solomon Grundy foi concebido na esteira do sucesso que filmes de Monstros faziam na década de 40. Sua misteriosa história guarda nuances estranhos, dúbios e, porque não, trágicos. Muito lembrado por leitores antigos em função de sua presença na Liga da Injustiça no desenho animado Superamigos nos anos 70, Grundy possui um legado de batalhas com importantes heróis da Editora do Superman. Hoje conheceremos juntos esta estranha história e veremos os detalhes de sua peça na Coleção de Miniaturas da DC (Eaglemoss).

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

A peça traz Solomon Grundy em seus famosos trajes esfarrapados e encharcados. Sua figura mantem o fantasmagórico tom esbranquiçado usado tantas e tantas vezes para lembrar a palidez cadavérica. Há destaques que precisam ser comentados, dentre eles esse aspecto esfarrapado das roupas do personagem que aparecem bem delineados. As mangas de seu casaco estão acertadamente mais curtas que seus braços, trazendo a ideia de uma roupa que encolheu, ou então, um crescimento do próprio personagem em relação à uma antiga roupa. A camisa (verde clara) aparece desbotada, carcomida, mas ainda assim plenamente identificável como uma camisa. O cinto (supostamente de couro) marrom é um detalhe interessante e praticamente a única cor mais viva a se manifestar na peça.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Ainda nos membros superiores, mãos enormes se destacam em relação ao corpo. Essa desproporção parece proposital para destacar a letalidade de se cair no aperto de tamanhas "garras". Em relação aos membros inferiores as calças obedecem o mesmo perfil do casaco em relação aos farrapos, porém destaco a abertura na perna direita, deixando à mostra o joelho. As botinas foram moldadas de maneira a se parecerem exatamente com aqueles "botinões" tantas vezes pescados em lagoas e pântanos em filmes. Todos os contornos das botinas estão esgarçados e tortos, perfeitamente ajustados à ideia de algo que ficou durante muito tempo submerso. Por fim, acho importante referir-me à face de Solomon, que apresenta-se bem modelada, destacando um "grunhido" insano e bestial.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Para conhecermos Solomon Grundy temos que recuar para a 2ª metade do Século 19, mais especificamente para o ano de 1894, época em que viveu, em Gotham City, um homem rico e mafioso chamado Cyrus Gold. Cyrus possuía muitas morte nas costas e galgou sua posição de riqueza subindo na hierarquia criminosa de Gotham através de um temperamento violento e implacável. No entanto, ainda no auge de sua carreira criminosa ele seria morto e jogado em um pântano próximo à Gotham chamado "Pântano da Chacina". Este local sempre fora usado para eliminação de dejetos tóxicos entre outros tipos de lixo. No entanto, a lenta decomposição de Cyrus chamou atenção do Parlamento das Árvores (um sociedade formada pela consciência vegetal do Planeta Terra e que de tempos em tempos escolhe um avatar para representa-los fisicamente e assim proteger a vida vegetal de nosso Planeta). O Parlamento tentou ressuscitar Cyrus à semelhança do que fizera tantas vezes no passado ao escolher outros avatares.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

No entanto, um elemento crucial faltava para esse processo, o FOGO. A morte de Cyrus não incluía sua passagem pelas chamas, inviabilizando o correto processo. Assim, o cadáver de Gold permaneceria no mesmo local após essa tentativa infrutífera do Parlamento por mais 50 anos. Não sabemos muito bem os fatores determinantes do que ocorreu a seguir, alguns acreditam que a mistura dos elementos deixados pelo Parlamento das Árvores em associação com a toxicidade da água. promoveu a ressuscitação do corpo de Cyrus em uma criatura grande, cadavérica, de baixa inteligência e com apenas alguns poucos resquícios da mente de Cyrus. A criatura vagou pelo Pântano em suas primeiras horas de "vida" até encontrar dois criminosos que logo foram mortos e suas roupas usadas para vestir o próprio monstro. Recebido pelos sem-tetos locais e apelidado de Solomon Grundy (em função de uma antiga canção de ninar), a criatura foi acolhida e aos poucos utilizada para roubos em função de sua imensa força o que acabou por chamar a atenção da comunidade super-heroica.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

O primeiro herói a enfrentar Solomon Grundy foi o Lanterna Verde (Alan Scott). Diferentemente de seus sucessores, o poder deste Lanterna Verde era baseado em uma fonte mística e sua fraqueza era "madeira". Como o corpo de Grundy havia absorvido muitas fibras vegetais durante seu período no Pântano, Alan Scott viu-se diante de um grande inimigo. Ao perceber que Grundy não estava exatamente vivo, Scott não pensou muito e o jogou ao encontro de uma locomotivo destruindo a criatura por completo. Este seria o primeiro de muitos ciclos de destruição (Morte) e renascimento de Solomon Grundy. Não importasse qual fosse a forma como ele era abatido, ele sempre voltava a caminhar sobre a Terra a partir de seu Pântano de origem, tal qual uma maldição.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Em meio a esses ciclos de morte e renascimento, Grundy fez parte de emblemáticos grupos de Super-vilões, dentre eles a Sociedade da Injustiça, Sociedade Secreta dos Supervilões e Injustiça Ilimitada. Na maioria das vezes Grundy era manipulado, em função de seu baixo desempenho cognitivo, por algum vilão que queria usa-lo. O interessante é que, a cada retorno da morte, Solomon retornava com uma personalidade distinta, como que a expressar diferentes facetas da mente de Cyrus Gold. Em alguns destes retornos ele passou até a demonstrar sensibilidade e inclinção para o bem, tendo atuado, inclusive, ao lado de alguns heróis, dentre eles os filho de Alan Scott, Jade e Obsidiano, além de Arqueiro Verde e Jack Knight (o super-herói conhecido como Starman). Em um destes retornos à vida, a criatura retornaria até mesmo como o próprio Cyrus Gold, que tentaria, sem sucesso e de forma obcecada, se livrar desta maldição de incontáveis retornos.

Miniatura DC Especial Nº 08 - Solomon Grundy

Embora visto muitas vezes como uma criatura sem capacidade de pensamento articulado e coerente, movido apenas por uma índole violenta, Solomon Grundy é mais que isso. Ele esconde um destino parecido como o de um purgatório na Terra. Revivendo, incessantemente um destino sem sentido, sem vínculos, sem esperança (pelo menos até aqui) de redenção. Sua história vai além do mitos antigos, como os de vampiros, lobisomens e monstros revividos, uma vez que esconde um homem que viveu e errou ao longo de sua vida, mas busca, desesperadamente, uma segunda chance... Este é Solomon Grundy.

Um grande abraço amigos!

domingo, 14 de agosto de 2016

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

Vamos falar sobre o Lagarto... ou melhor, sobre o Lagarto e sobre o médico-cirurgião do exército norte-americano Curt Connors, o homem por trás deste que é o mais famoso vilão reptiliano da galeria de vilões do Homem-Aranha. Nesta matéria também analisaremos sua peça dentro da Coleção de Miniaturas Marvel da Eaglemoss. Criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1963 durante uma fase de grande criatividade na Marvel no alvorecer da Era de Prata, o Lagarto diferenciava-se dos demais vilões do Aranha ao trazer consigo o componente da tragédia que marcava a vida do bom doutor Connors. Com isto se estabelecia uma certa "zona cinza" sobre a relação entre herói e vilão, o que não era comum até aquele momento. Até ali a ordem comum era uma relação maniqueísta entre estas duas figuras, ou seja, uma concepção de realidade vista de pontos de vistas opostos. O herói Bom e o vilão Mal, o herói Certo e o vilão Errado.

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

A peça mostra o Lagarto em sua forma mais clássica, a estranha figura de um homem reptiliano trajando um avental médico. Não há grandes acessórios ou mesmo pontos chamativos na peça, por outro lado também não há erros ou mesmo inadequações na figura. A modelagem obedeceu pontos cruciais no conceito do personagem, tais como, sua pele craquelada, mãos e pés semelhantes à patas de um lagarto, língua bifurcada, cabeça claramente de um réptil e olhos amarelados e estreitos no eixo vertical. Soma-se a isso a robusta e escamosa calda, apresentada adequadamente em um movimento serpenteante. A língua projetada para fora da boca chama atenção na composição final da figura pela cor vibrante e tamanho, emprestando um ar de ferocidade e demência.

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

Achei interessante o detalhe do jaleco corroído e destruído nas extremidades dos braços e ao longo de toda sua barra. Este detalhe evidencia os lugares lúgubres e sujos pelos quais o personagem sempre se esgueira. Caso você preste mais atenção poderá, inclusive detectar pequenos furos simulando rasgos no tecido do avental. A calça ainda traz o detalhe do cinto, resquício de humanidade da aterradora figura e, além disso sua barra também encontra-se no mesmo estado das extremidades do avental, rasgada e puída. 

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

Mas de onde veio este feroz e estranho personagem? Durante sua juventude o Dr. Curt Connors fora um habilidoso cirurgião que servia o exército salvando as vidas de soldados feridos em combates. No entanto, a Guerra feriria o próprio Connors ao ser vítima de uma explosão que forçaram os médicos a amputarem seu braço direito. Retornando para casa com este déficit funcional estava claro para Connors que sua vida de cirurgião havia acabado. Apesar disto ele manteve-se firme ao iniciar carreira em outra área da ciência na qual possuía extremo interesse: a bioquímica. Casado com Martha e pai de um lindo bebê chamado Billy, Connors poderia ter vivido sua vida sem mais percalços não fosse por sua obsessão pela ausência de seu braço direito. 

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

Esta obsessão fez com que ele aprofundasse suas pesquisas sobre a habilidade de certos insetos e répteis em fazer crescer novamente membros arrancados ou perdidos. A partir destas pesquisas Connors desenvolveu um soro e o usou em si próprio (como cobaia), regenerando assim seu braço, no entanto transformando-se em um ser irracional, feroz e com apenas um pálida lembrança de sua humanidade. Ao confrontar o Lagarto pela 1ª vez o Homem-Aranha descobriu, por meio da esposa de Connors, sua trágica história. Por conta disto, ele sempre se conteve diante do bestial Lagarto, temendo ferir Connors

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

A vida de aberração de Curt Connors poderia ter sido esta para sempre não fosse o intelecto de Peter Parker que, baseado nas anotações do próprio Connors, conseguiu sintetizar um soro que garantiu a reversão do estado reptiliano de Connors para o de um ser humano normal, porém ainda sem seu braço. Obviamente ele ficou extremamente grato ao Aranha, sobretudo por amar sua esposa e filho e não querer vê-los envolvidos com uma fera como o Lagarto. Posteriormente Connors chegou a ser parceiro do próprio Aranha ao ajuda-lo a combater alguns vilões colocando suas habilidades como bioquímico à disposição, sintetizando substâncias que ajudariam o Cabeça de Teia nos combates. O Exemplo mais emblemático aconteceu durante o primeiro enfrentamento entre o Aranha e Rino.

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

A saga do Lagarto não acabaria desta forma. Em inúmeras outras ocasiões, Connors voltaria a ser o Lagarto. Ao que tudo indica o soro ingerido por ele foi assimilado em seu DNA, fazendo com que diversas outras transformações voltassem a ocorrer, hora controladas, hora espontâneas. Maiores tragédias estariam no caminho do personagem, dentre elas a morte de sua esposa em função de um câncer e o sofrimento de seu filho Billy, que cresceu em um ambiente de medo e constante instabilidade em função do histórico volátil do pai. Inclusive o próprio Billy chegou a ser alvo de transformação semelhante à do pai em certa ocasião.

Miniatura Marvel Nº 52 - Lagarto

A história do Lagarto traz consigo muitos elementos da literatura clássica, sua dualidade, sua alma como palco de um constante embate entre criador e criatura, a ideia antiga de que dentro de nós há resquícios de uma irracionalidade que pode vir à tona desde que sejamos expostos à perigos ou situações extremas de sobrevivência... Enfim, um personagem que sabemos que possui grande potencial dramático. Um grande representante do caldeirão criativo que foi a mente de autores e desenhistas da Marvel na Era de Prata.

É isso amigos... Grande abraço!!

domingo, 7 de agosto de 2016

Coleção Táxis do Mundo - Lista COMPLETA de Miniaturas

Nº 01 - Ford Fordor Sedan - New York - 1947; Nº 02 - Austin Cambridge  A60 - Hong Kong - 1964; Nº 03 - Panhard Dyna Z - Paris - 1953; Nº 04 -  Renault Colorale - Lisboa - 1951; Nº 05 - Checker Marathon Taxicab - Chicago - 1980; Nº 06 - Ford Vedette V8 - Paris - 1955.

Olá amigos... Há algum tempo atrás comentamos aqui no Blog sobre outra coleção da Planeta DeAgostini que chegava ao Brasil: A Coleção Táxis do Mundo. Uma coleção que vinha na esteira de outras coleções automotivas da Editora. Seguindo a linha editorial do Blog, disponibilizo aqui a lista de lançamentos desta coleção que, compara às demais da Planeta DeAgostini (Coleções Carros Inesquecíveis do Brasil, Caminhões Brasileiros de Outros Tempos e Veículos de Serviço do Brasil), é bem menor. Apenas 37 peças.

Nº 07 - Opel Kapitän P2 - Berlim - 1959Nº 08 - Chrysler De Soto 6 Suburban - New York - 1946Nº 09 - Lada 2101 Limousine - Santiago de Cuba - 1995Nº 10 -  Toyota Hiace - Luanda - 2004Nº 11 - LTC TX4 - Londres - 2009Nº 12 - Mercedes 200D - Perak - Malásia - 1975.

Com a proposta de trazer modelos de táxis de todo o mundo, a coleções sintetiza um pouco da cultura diária de vários países ao apresentar modelos de diferentes locais e épocas. O tamanho de cada peça é o já utilizado em todas as coleções mencionadas acima, 1:43. Um tamanho interessante porque permite ao colecionador uma boa apresentação do modelo na estante sem ocupar muito espaço.

Nº 13 - Toyota Alphard - Tokyo - 2005Nº 14 - Seat Ritmo - Madri - 1980Nº 15 - Hindustan Ambassador - Calcutá - 1995Nº 16 -  Renault KZ11 G7 - Paris - 1933Nº 17 - Citroen ID19 - Alemanha - Colônia (Porz) - 1965Nº 18 - Lada 1500 - Cairo - 1994.

Como de costume, a coleção encontra-se disponível apenas para assinatura no Site da Planeta DeAgostini, o que limita aquele colecionador que gostaria de adquirir apenas determinado modelo. Isso tem feito com que muitos sites de venda, voltados exclusivamente para o colecionismo, alcancem sucesso, uma vez que disponibilizam peças para venda avulsa.

Nº 19 - Simca 1000 Barreiros Madri - 1966Nº 20 - Mercedes 300D Madeira - 1983Nº 21 - Citroën Bx Marselha - 1987Nº 22 -  Skoda 130 Praga - 1988Nº 23 -  Plymouth Savoy Baltimore - 1959Nº 24 - Warszawa 223 Varsóvia - 1965.

O diferencial desta coleção são dois em minha opinião. O 1º o seu tamanho. O fato de serem apenas 37 peças permite uma maior facilidade de se completa-la. Outro ponto interessante é o fato da coleção trazer modelos do Mundo todo, e não especificamente de um determinado país. Como disse em outra postagem anterior, um grande desejo pessoal seria ver o lançamento de uma coleção que, além de trazer modelos do Mundo, se focasse em uma determinada época ou acontecimento. Por exemplo: Carros Noir; Carros dos Anos 70; Carros dos Anos 20; Carros da Grande Depressão! Algo do tipo.

Nº 25 - Ford Falcon Xk Sydney - 1960Nº 26 - Mercedes Ponton 180D Vientienne - 1989; Nº 27 - Volga 3110 Moscow - 1998; Nº 28 - Seat 1400 A Barcelona - 1961; Nº 29 - Fiat Uno Casablanca - 1995; Nº 29 - Fiat 1500 Milano - 1963; Nº 30 - Fiat 1500 Milano - 1963.


Nº 31 - Murat 131 Istambul - 1977Nº 32 - Barkas B1000 Dresden - 1970; Nº 33 - Ford Consul Mk Ii Amsterdam - 1960; Nº 34 - Volkswagen Passat Els Baghdad - 1985; Nº 35 - Citroen Cx Paris - 1975; Nº 36 - Buick Special New York - 1936.


Nº 37 - Dacia 1310 Pyongyang - 2002.

Bom amigos... Aqui está mais uma lista completa de lançamentos de uma Coleção, a Táxis do Mundo. Um grande abraço à todos!!